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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Mais um professor aloprado ataca

Recentemente eu publiquei uma imagem com a afirmação de que Hobsbawm havia declarado que "o extermínio de 100 milhões de pessoas valeu a pena". Um sujeito entrou na página dezenas de vezes, pedindo desesperadamente para que eu dissesse onde ele poderia encontrar a declaração de Hobsbawm. Eu já conhecia o perfil, sabia que era um comunista, primeiro porque comunistas nunca usam fotos do próprio rosto no Facebook, depois por que esse cidadão é autor de comentários do tipo: entrar na postagem sobre Gulags para dissertar sobre a prisão do Guantánamo. Apenas mencionando tal atitude, é possível traçar a árvore genealógica da forma como ele enxerga o mundo, bem como identificar o nível de discernimento e o tipo de fibra moral que o compõem. O sujeito passou a "encistir" (para usar a grafia de um dos outros professores aloprados que atacaram a página) muito, postando diversos comentários, negando que Hobsbawm havia dito isso. Chegou a dizer que, se eu não expusesse a fonte, ele "iria constatar" que eu "fico inventando e colocando assinatura de meia dúzia de nomes achados no Google" (como se fosse necessário usar o Google para saber da existência de Hobsbawm; mais uma declaração que expõe o "nível" do meu contendor). Um pouco por pena, um pouco para me ver livre do pulha, informei a ele que a declaração a qual me referi foi dita por Hobsbawm em entrevista ao jornalista Michael Ignatieff, em 1995, conforme reportado pelo historiador também britânico Robert Conquest;  mas fiz questão de frisar que, embora eu estivesse relatando a fonte, ele estava livre para constar o que ele bem entendesse pois eu não tinha nenhum interesse pelo que ele pense sobre mim, desinteresse que expressei nos seguintes termos: "Tenho especial desprezo por ignorantes, sobretudo os que se acham arcabouço de informações do mundo".

Um professor que não tem a mínima noção do que é uma falácia

Dante de tais palavras, o cidadão retrucou: "Falácia ad hominem é uma estrategia muito boba e facilmente identificável". Que falácia ad hominem, animal???? Falácia ad hominem acontece quando alguém emite um argumento e o oponente, no lugar de negar o argumento, ataca a pessoa que argumentou. A afirmação que ele tinha feito era que se eu não desse a referência, ele iria constatar que eu "fico inventando" (uma ameaça, não um argumento), ao que respondi que ele estivesse livre para constar o que bem entendesse (que estivesse livre para cumprir a ameça), pois eu não dou a mínima, já que ele é uma pessoa ignorante e eu desprezo ignorantes. Não se trata de um debate conceitual, ele não emitiu um argumento (encadeamento de raciocínios lógicos para demonstrar veracidade de uma afirmação), apenas me admoestou dizendo que faria uma má imagem da minha pessoa, se eu não desse o que pediu. Se o debate não era uma defesa de um raciocínio, mas apenas uma contenda na qual ele implorava por uma informação, não há argumento e, POR CONSEGUINTE, não pode haver falácia. Mas o mentecapto nem mesmo isso é capaz de entender. Ele não sabe o que é falácia, nem o que é ad hominem; para ele são apenas palavras anotadas em um caderninho, as quais ele não entende muito bem a que se referem, mas sabe que pode usá-las para impressionar seu séquito de "cumpaêros" semi-letrados, tão ignorantes quanto ele próprio. Afinal, os pré-requisitos para que alguém se torne esquerdista é possuir um nível cultural extremamente baixo e ser semi-alfabetizado. A esquerda é composta de pessoas cuja estrutura intelectual é mal formada, de modo que eles possuem profunda dificuldade em lidar com o raciocínio abstrato, muito por inapetência para apreender os conceitos que os sintagmas representam, assim no trato com as palavras, metem os pés pelas mãos, trocando e deturpando conceitos, cometendo no campo abstrato verdadeiros cataclismos mentais. Para completar, eles partem dessas deduções que são fruto de processos de "raciocínio" totalmente adulterados, nos quais a lógica é colocada em décimo segundo plano, e as toma para servir de base em novas inferências. É assim que a esquerda pavimenta o caminho para o inferno. Por ter me dado conta de que estava gastando meu latim com um suíno que nem mesmo consegue lidar com conceitos elementares ("falácia", "ad hominem", etc), fiz o que deveria ter feito desde o começo: mandei-o para o lugar ao qual ele pertence, "o quinto dos infernos", e disse que ele não retornasse à página, pois não era bem vindo. Afinal é humanamente impossível para uma pessoa lutar contra um exército de robozinhos que falam uma língua cujos significados dos termos nem sempre coincidem com os do Português.


A alegação sobre o número de mortes perpetradas pelo comunismo

Além de ter se apegado a um suposto ad hominem, o "encistente" martelou ainda em outro ponto: após eu lhe contar sobre a entrevista de Hobsbawm ao jornalista Michael Ignatieff, o elemento usou o Google (o que, em si é um absurdo, porque na qualidade de professor de História ele tinha obrigação de conhecer tal entrevista), para localizar a declaração original. E a partir dela passou a declarar que Hobsbawm realmente não tinha dito o que havia na imagem que eu publiquei. Reproduzo abaixo, a declaração do historiador marxista, conforme reportado pelo historiador britânico Robert Conquest:

"o Grande Terror de Stalin 
teria valido a pena caso tivesse
resultado na revolução mundial
."

Ou seja, na cabecinha podre do propagandista marxista e dublê de historiador, Eric Hobsbawm, um evento que ceifou mais de 20 milhões de vidas APENAS EM UMA DE TRÊS ETAPAS (também não estão sendo contabilizados outros milhões de mortes que aconteceram fora dos processos de Expurgos) teria valido a pena, se o comunismo tivesse sido implantado com sucesso. O entrevistador, o jornalista Michael Ignatieff, decerto julgando que não podia confiar nas palavras que seus ouvidos escutavam (sempre resta pensar que o problema está na recepção) ainda pediu a confirmação de tamanha mendacidade e perguntou: "“Então a morte de 15, 20 milhões de pessoas estaria justificada caso fizesse nascer o amanhã radiante?” Hobsbawm respondeu com uma só palavra: 

“Sim"

O "profeçor" energúmeno, diante da discrepância entre o número usado por Ignatieff ("15, 20 milhões") e o número que eu usei ("100 milhões") achou que havia finalmente encontrado um ponto no qual ele podia se apegar para invalidar todos os fatos que venho expondo na página "Meu professor de História mentiu pra mim". Acontece que a própria forma como o jornalista coloca, usando dois valores, deixa claro que, para o contexto, a quantidade exata é irrelevante. O famoso "Livro Negro do Comunismo" aponta para 100 milhões de vítimas diretas (ou seja, vítimas dos Expurgos) e esse livro foi criado por esquerdistas de longa data, portanto não pode ser acusado de ter seus dados falseados pelos opositores do marxismo, sendo, assim, de onde tirei o número que citei. Hobsbwam, mais do que qualquer outro historiador de seu tempo, tinha OBRIGAÇÃO de ter noção do número de vítimas das ideias que ele defendia e para as quais fazia (não há outro termo) propaganda. Feitas as objeções de não similaridade entre a declaração exata de Hobsbwam e a forma como eu a apresentei na imagem, cabe a seguinte questão: para a esquerda, a partir de quantos milhões de vidas de inocentes ceifadas, o preço de implantação do comunismo passa a ser moralmente injustificável? 

Sim, a declaração de Hobsbwam estava subordinada a uma condição ("caso tivesse resultado na revolução mundial"), mas o que importa para a ideia na imagem publicada pela página (a qual foi contestada pelo "profeçor") é que para a noção de MORALIDADE que Hobsbawm cultuava (ou talvez melhor dizendo: a ausência dela) é justo tirar a vida de um determinado número de pessoas (até quantos milhões???) em nome de uma ideia que lhe pareça boa. Dito de outra forma: contanto que, no final a ditadura do proletariado seja estabelecida com sucesso, os seres humanos que tenham morrido no processo são como ovos quebrados para se fazer uma omelete. Essa era a ideia que estava sendo criticada na imagem e é a ideia que já confrontei tantas vezes de diversas formas. Se apegar a detalhes na apresentação é apenas tergiversar com o objetivo de desviar o foco daquilo que de fato importa. A esquerda usa duas escalas de valores: uma bem crítica e rabugenta para criticar e reivindicar de seus inimigos; outra, bem permissiva para julgar os amigos. O que é crime quando praticado pelos inimigos, é virtude quando praticado pelos amigos.. Responda, "profeçor": até quantos milhões??? Se sua mãe fosse incluída entre as pessoas que devem perecer para que nasça o "mundo melhor", você continuaria concordando com tal ideia, ou essa ideia só é bacana quando os que devem perecer são "os outros"? 





Nasce um ídolo da Internet

Acreditando piamente que eu tinha cometido um ad hominem e que Eric Hobsbawm concordou com 20 milhões de assassinatos, mas teria discordado se lhe tivessem apresentado um número maior ("Matar 20.000.000 de pessoas para instaurar as ideias de Marx, tudo bem. Matar 20.000.001, aí já é vandalismo") e sabendo que os seguidores da "Meu Professor de Hist..." não dariam ouvidos a suas aleivosias, o "profeçor" fez "print screen" do diálogo, editou como bem entendeu, suprimiu várias das colocações que eu tinha feito, mantendo somente as repostas dele em seguida e, com base nessa imagem, procurou as páginas que "amam odiar" a "Meu professor de Hist..." para contar ao mundo que ele havia... me humilhado. Contando com público tão qualificado, o sucesso foi imediato, ele já se tornou celebridade no círculo da militância virtual organizada petista. Todos eles estão convencidos de que um cidadão que nem mesmo sabe o que é uma falácia me refutou. Uma vez que a esquerda detém a hegemonia da mídia e do méqui, os esquerdistas ficam alvoroçadíssimos com qualquer voz dissonante do absoluto monopólio ideológico que exercem sobre a cultura brasileira, daí que o PT segue firme a meta de censurar a Internet, mas até conseguir isso, age organizando milícias "espontâneas a soldo", cuja função é criar nas redes sociais conteúdo que reafirme as mentiras que contam na mídia e no méqui e difame quem porventura ouse revelar tais embustes. Como era de se esperar a página "Meu professor de História mentiu pra mim" se tornou alvo preferencial da ira dessas milicias. Confira o sucesso que o rapaz está fazendo nas páginas que reúnem gente da mesma laia que ele:


Meldels! O cara é professor de "istória" do méqui e 01) Não sabe nem o que é uma falácia!!! 02) Não conhecia a MAIS DO QUE FAMOSA entrevista de Hobsbawm a Ignatieff!!!! 03) Não tem ideia de quantas pessoas foram vitimadas pelas ideias que ele defende!!!! 04) Padece de graves dificuldades de interpretação de texto!!!! 05) É extremamente desonesto, já que a reprodução da conversa que ele está divulgando não corresponde a que realmente aconteceu, ele suprimiu falas minhas!!!! Ou seja: ESTÁ DE POSSE DE TODOS OS ATRIBUTOS NECESSÁRIOS PARA SE TORNAR UM ÍDOLO DA ESQUERDA. Dá um vexame público desse e sai cantando vitória. Que nível, hein! Mais um para minha lista de professores aloprados.


Sobre as páginas que atacam a mpdHmpm

Entre as diversas páginas esquerdistas que estão publicando a imagem adulterada do diálogo, está uma administrada por um sobrinho de Ângela Guadagnin (tornou-se nacionalmente conhecida por causa do episódio da Dança da Pizza, no Plenário, em 2006). Conforme nos informa a página Revoltados On-Line (confira na imagem abaixo), o administrador da página é remunerado com dinheiro público apenas para manter um espaço no Facebook que faça propaganda das ideias defendidas pelo PT e faça serviço de assessoria de comunicação do partidão no Facebook. A despeito de contar com verba do contribuinte (que é sempre abundante nesses casos), e dispor das facilidades oriundas de ligações com altos integrantes da Nomenklatura, o cara está ralando desde 10 de novembro de 2012 para chegar aos seus atuais 11.900 seguidores, ao passo que a página "Meu professor de História mentiu pra mim", criada em 30 de abril de 2013 (seis meses depois), já conta um número de seguidores mais de 3 vezes maior (38.400 na última aferição). Vou deixar a pergunta: dor de cotovelo?




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terça-feira, 27 de agosto de 2013

Brasileiro explica pra cubana que a ditadura dos Castro é maravilhosa

Por ocasião da vinda dos doutrinadores cubanos para o Brasil, sob a chancela de “médicos”, a página “Meu professor de História mentiu pra mim” fez uma sequência de postagens criticando a importação com objetivos escusos desses “médicos” que são incapazes de passar no Revalida. Como sempre aparecem alguns retardados para pichar as postagens com suas mendacidades marxistas, dessa vez não foi diferente. Contudo, para nossa sorte, esteve presente também uma cubana, que dialogou com o cidadão. Confiram a conversa, comento em seguida:



01. Primeiro preciso comentar a última resposta de André Leite na conversa. Nela, ele se utilizou de um truque sórdido que é bem comum entre os esquerdopatas (fiquem atentos para não caír nesse golpe): o de se fazer de desentendido. Percebam as colocações do rapazinho:
"Fala em viver com baixos salários? Tente viver com o meu, de professor, no Brasil". 
Não sabemos quanto André Leite ganha, mas como professor é quase impossível que ganhe menos do que R$ 1.000,00 (mil reais), o mais provável é que a remuneração dele seja alguma coisa em torno dos R$ 3.000,00 (três mil reais), o que é sem dúvida um salário baixo, mas ele tem toda liberdade para buscar outra qualificação e se alocar no mercado de trabalho em uma função que pague mais, principalmente se ele fizer uma faculdade de medicina, com uma especialização, ele pode facilmente receber R$ 7.000,00 (sete mil reais) para trabalhar em um grande centro urbano, ou aceitar as ofertas de prefeituras de localidades afastadas que pagam entre R$ 30.000,00 (trinta mil reais) e R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) para os médicos que se disponham a residir nesses locais. Enfim, há todo um mercado de trabalho complexo com diversas remunerações. Ele pode ainda empreender, montar seu próprio negócio. Basta que tenha a ideia de criar algum produto ou serviço do qual as pessoas precisem. Na qualidade de empreendedor, ele pode alcançar remunerações bem mais elevadas, só depende dele.

Em Cuba, médicos que cursaram as "maravilhosas" faculdades cubanas de medicina trabalham para o governo (O ÚNICO CONTRATANTE POSSÍVEL) em troca de US$ 30,00 (trinta dólares), por mês. E devem se considerar felizes os que ganham isso, porque, como o governo não consegue contratar toda a mão de obra formada nas universidades (lembrem-se que o modelo econômico socialista é inviável na prática, pela impossibilidade do cálculo econômico, conforme já foi provado por economistas como Ludwig von Mises e Friedrich Hayek — ostensivamente ocultados pelo sistema de ensino brasileiro, que segue seu projeto de convencer os estudantes de que Marx era economista e filósofo), sobram pessoas com diploma de medicina trabalhando como taxistas e até mesmo como garis. A alegria de um cubano é arranjar emprego de carregador de mala em um dos resorts de cadeia internacional. A despeito do governo usurpar mais da metade do salário que tais empresas pagam (da mesma forma que fará com o valor pago pelo Brasil aos médicos que pra cá vierem — o governo cubano, na condição de intermediador, fica com 93% do salário pago aos trabalhadores. Isso porque são comunistas e contrários à tal mais-valia!), pelo menos podem contar com a remuneração das gordas gorjetas em dólares, dadas pelos turistas. Como se vê, brasileiro (por mais pobre que seja) chorando miséria para cubano chega a ser ridículo.

Depois ele fala:
"Tente viver com meu salário. Não tenho como passear em Londres. hehe".
Nesse ponto, o pilantra ultrapassou todos os limites. Como assim "passear em Londres"? A cubana Olga Quiñones não está "passeando em Londres". Ela foi obrigada a FUGIR de sua terra natal, como tantos outros cubanos, para poder sobreviver. Ninguém deixa para trás a família, os amigos, tudo que conquistou, de bom grado. Deixar o lugar em que se nasceu, onde estão suas raízes, é sempre um preço alto a se pagar. Só toma essa decisão quem não consegue ver NENHUMA perspectiva na vida. Querer fazer confundir a situação de "refugiado" com a situação de "turista" não passa de um expediente de uma desonestidade atroz. O sarcasmo do "hehe", por falta de estômago, eu vou me abster de comentar.


02. Agora vamos analisar a situação de Cuba para saber se ela corresponde ao que o tal professor alega. Observe a frase: 
"Cuba tem ótimo sistema de saúde, não a medicina mais tecnológica e sofisticada. E isso só aumenta os méritos dos médicos de lá".
Há décadas a esquerda brasileira apregoa a plenos pulmões que Cuba possuía, se não a mais avançada, pelo menos uma das mais avançadas medicinas do mundo. Quem nunca ouviu a lenda da "vacina contra o câncer"? Agora, com a Internet e a dificuldade de controlar a informação, mesmo dentro de uma ditadura ferrenha como a cubana (não sou eu quem estou dizendo isso, é Olga Quiñones, uma cidadã cubana de nascimento), a esquerda muda o discurso: "Cuba não tem mais medicina de ponta, agora tem ótimo sistema de saúde". Será? Quanto da alegada qualidade do sistema de saúde pode ser atribuída ao sucesso do modelo socialista? Uma das alegações que a esquerda mais gosta de fazer é "de acordo com os números da ONU, a atual taxa de mortalidade infantil de Cuba coloca o país na 44ª posição no ranking mundial, bem ao lado de um país riquíssimo, o Canadá". Mas o fato é que em 1958 (o ano anterior à gloriosa revolução), Cuba estava na 13ª do posição no raking mundial. Se hoje está na 44ª posição, então somos obrigados a entender que graças ao maravilhoso socialismo, Cuba despencou 31 pontos no ranking.

Mesmo assim, há outros fatos que precisam ser considerados. Em Cuba, o aborto é mais do que liberado, é incentivado, mais do que isso, é indicado como profilaxia. Se há qualquer chance da gravidez ter algum tipo de problema, aborta-se. Só isso já seria um fator para desqualificar a alegada baixa mortalidade infantil, mas há mais: em Cuba, bebês que morrem até 48 horas após o parto não são contabilizados na taxa de mortalidade infantil. Na prática, essa quantidade de horas pode ser mais elástica, lembre-se que em ditaduras os números não precisam seguir a aritmética, que na cabeça deles não passa de uma firula burguesa. Ou seja, é impossível saber a real taxa de mortalidade infantil de Cuba. A esquerda gosta de acrescentar o "segundo a ONU" na frase, mas a verdade é que a ONU apenas repassa os dados fornecidos pelo governo cubano, então "segundo a ONU" e "segundo a família Castro" são A MESMÍSSIMA COISA. 

Eu poderia seguir analisando outros dados sobre o tal maravilhoso sistema de saúde cubano, mas seria chover no molhado. Dados oriundos de ditadura nenhuma podem ser confiáveis. Para não perder meu precioso tempo, deixo com vocês esse site aqui. Leiam e tirem suas próprias conclusões. Também é possível acessar informações sobre a REAL situação de Cuba, conferindo essa página feita por CUBANOS.


03. Por fim, vamos avaliar a tão recorrente alegação do embargo. Todo esquerdista gosta de fazer um mimimi dizendo que os problemas de cuba são causadas pelo "Embargo americano".  Vejam a frase dele:
"Isso em uma ilha, que é bloqueada economicamente pelos donos do mundo"
a) O uso dos termos "embargo" e (pior ainda) "bloqueio" é, por si só, uma MENTIRA DESCARADA. O Estado americano proíbe apenas cidadãos americanos de comercializarem com Cuba. Ao contrário do que a esquerda quer fazer entender (sempre de forma desonesta, conforme já sabemos que é o seu modus operandi), os Estados Unidos JAMAIS proibiram outros países de comercializar com Cuba. A Ilha Presídio dos Castro é livre pra comercializar com quem os Castro bem entenderem. De sorte que, de saída, NÃO HÁ NENHUM BLOQUEIO. Bloqueio haveria se os EUA mantivessem porta-aviões na costa cubana impedindo a passagem de navios. Essa é a imagem que a palavra "bloqueio" sugere, mas tal imagem habita apenas as cabecinhas apodrecidas pela doença mental deliriuns esquerduns. 

b) A Revolução Comunista teve como argumento o "imperialismo", que nada mais é do que a alegação de que o comércio com os Estados Unidos drenavam as riquezas cubanas. Assim, a revolução foi feita para que cessasse o comércio com os Estados Unidos. Conseguiu, cessou. Agora, os Castro alegam que o fato dos Estados Unidos não comercializarem com Cuba está empobrecendo a Ilha. Entenderam? Eu também não. 

c) O embargo impede que americanos ganhem dinheiro em Cuba, mas não impede que MANDEM DINHEIRO para Cuba. Todo ano saem dos Estados Unidos para Cuba CENTENAS DE MILHARES DE DÓLARES que os exilados cubanos residentes em solo americano mandam para seus parentes. O governo castrista INTERCEPTA (como sempre) uma grande parte desse dinheiro. A proibição que o estado americano estabelece para os cidadãos americanos de comercializarem com Cuba, apenas impede que saia riqueza de Cuba para os Estados Unidos. Aliás, foi somente graças a esse aporte de verbas oriundas da economia americana que a ditadura castrista ainda não ruiu. Repetindo: os cidadãos cubanos que fugiram do regime e foram morar em Miami têm total liberdade para mandar o dinheiro que ganham nos Estados Unidos para Cuba. Na prática, a maior parte do PIB cubano tem origem em solo americano. Portanto, se trata de uma proibição de mão única que prejudica apenas um lado, o americano. 

d) Por fim, a esquerda atribui todas as mazelas do mundo ao livre comércio, e no minuto seguinte atribui todas as mazelas de cuba a ausência do livre comércio. Entenderam? É difícil mesmo. 

Conclusão sobre a alegação do "embargo": Quando virem alguém usando o argumento do embarco humilhem-no chamando-o de IGNORANTE e BURRO. Podem mandar sem medo. Esses adjetivos ainda são leves, perto dos adjetivos que uma pessoa dessa realmente merece.

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P.S.: depois dos comentários de Olga, eu entrei em contato com ela através de mensagem particular. Pedi que ela mandasse um relato contando a vida dela. Leiam o que ela me mandou:

Amigo, obrigada por la posibildad q me da de poder exponer algun relato, quizas de mi vida personal...sin embargo le dire q no tengo hazañas en mi vida, es mas le dire algo de mi. Naci en la Cuba ya adoctrinada y obediente, fui mas bien apatica en mi juventud y no me lie a organizacion del PCC, hija de padre militante del PCC q murio pobre y con miles de necesidades. He vivido fuera de Cuba desde 1993 cuando sali de Cuba no por problemas politicos como la mayoria q deja Cuba. Hasta ese momento solo me cuestionaba pero manifestaba mis cuestionamientos, solo a partir del 2006 en mi ultimo viaje a la isla me empece a cuestionar al reencontrarme con los mios despues de 11años y darme cuenta q Cuba habia cambiado para peor. Desde entonces decidi no ser mas pasiva y he decidi denunciar al mundo lo q pasa alla. El mundo debe saber pues hay una parte del mundo q se abiertamente complice de los Castros y nos tienen viviendo en esta dictadura de 54años, donde el pueblo esta cad vez mas pobre y los dueños de la isla viven la vida Capitalista q tanto han criticado. Como ves, mi historia es insignificante en comparacion con los cubanos q hoy luchan desde la isla, soportando golpes, maltratos, vejaciones y violaciones de sus derechos humanos a diario, no busco protagonismo, solo quiero dejar claro quienes son los Castros y ojala poder abrir los ojos y las mentes de algunas personas q se dejan llevar por el discurso y la propaganda socialista q los utilizan para aniquilarnos ante el mundo. Es cierto q pobreza hay en todo el mundo, pero esto no fue lo q se nos prometio, tenemos ademas de pobreza, censura, no opcion a decidir q es mejor para nosotros, todo se nos impone!, medios de comunicacion pertenecen al Estado, las escuelas, los hospitales y hasta las casas, nuestras vidas y tambien han querido secuestrar nuestros cerebros. Ojala entiendas a traves de mi el sentir de mi gente. Cuando entre al computador chequeo eso q me envias, desde aqui desde el telefono se hace algo dificil. Saludos amigo!

Este es mi Cuba amigo, por sonde no paso la guerra, sino el olvido. Mira esas calles y la gente sin esperanza. Espero no tener que ver a Brasil en esas condiciones como le ha pasado a Venezuela. Es muy triste!, y aun hay quienes defienden esta infamia... Saludos.

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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Após vários assaltos, homem prepara armadilha e mata ladrão

Vejam esse vídeo. Comento depois.



Entenderam? O povo brasileiro foi induzido através do gramscismo, com ajuda do aparato estatal fazendo apologia de Paulo Freire e drogas afins, a um estado de LOUCURA. Nossa situação não é nada menos do que TENEBROSA! Quer dizer que o cidadão tem sua propriedade invadida e saqueada repetidas vezes e ele não tem o direito de se defender? A polícia esperava o que? Que José Geraldo de Souza (o proprietário) deixasse em cima da mesa um bolo com cobertura de chocolate e uma jarra de suco de laranja para o que BANDIDO Jeferson Marques Evangelista pudesse fazer um lanche, após ter praticado o ROUBO? 

Quer dizer que o cidadão agora não tem mais o direito de defender o fruto do próprio trabalho? Pelo aspecto visual da casa é possível afirmar que não se trata de ninguém rico, assim não é possível abordar o caso sob a imbecilidade que atende pelo nome de “mais-valia”. O proprietário é também alguém da classe trabalhadora, alguém que labuta arduamente para conseguir o ganha pão de forma HONESTA, como tantos que AINDA há no Brasil, a despeito de tudo que essa corja esquerdista tem feito para transformar a atividade honesta em crime e o crime em heroísmo. Daí pode-se entender que a questão não é a tal “luta de classes”, como alegam, mas apenas e tão somente a destruição da civilização, desde dentro, a partir da destruição da noção de certo e errado das pessoas. 

A infeliz da delegada Renata Machado ainda solta a pérola: “Poderia ser um inocente que poderia ter adentrado a residência dele". Como assim, inocente? Como é que alguém invade a casa dos outros de forma inocente??? São duas ideias auto excludentes: “invadir a propriedade” e “inocência”. George Orwell (é impossível não citá-lo) chamou o distúrbio mental do qual essa delegada está acometida de “DUPLIPENSAR”, ou seja, a crença na veracidade de uma afirmação cujos elementos se anulam. Mas está pensando que a idiotia dessa delegada é um caso isolado? Escute a jornalista Zileide Silva reportar a indicação oficial do Estado: “A polícia diz que há formas toleráveis de se proteger, como com cães de guarda e cerca elétrica, com limite de voltagem”. 

Para encerrar a sequência de pérolas, preste atenção ao que disse a repórter da emissora “conservadora e burguesa”, Renata Vasconcellos (cadê a página “Os jornalistas mais burros do Brasil” para divulgar isso??): "O Cidadão até para se proteger tem que ter responsabilidade. Poderia ser uma criança que poderia ter invadido a casa, entrado por acaso". Ok, o cidadão para se proteger precisa ter responsabilidade. Mas o BANDIDO para praticar roubos e assaltos, não precisa? Total INVERSÃO DE VALORES! Como assim “poderia ser uma criança”? Por um acaso os filhos dela costumam invadir residências? 

Deixo aqui registrados minha dor e minha revolta em ver um trabalhador honesto correr o risco de ser processado (por um Estado cujos dirigentes fazem parceria com os narcotraficantes das FARC) a 30 anos de prisão, somente porque cometeu o despautério de se defender de um marginal.
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quarta-feira, 24 de julho de 2013

Esquerdismo: um tipo de doença mental

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domingo, 30 de junho de 2013

Mais um jêgnio

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