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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

A indeterminação como estratégia de dominação

Certa feita, quando perguntado sobre como é o socialismo que o PT está trabalhando para implantar no Brasil, Luis i-Néscio respondeu com as brilhantes palavras: "É algo que ainda não sabemos o que é, mas que pode ser algo muito grande". Essa frase é perfeita, porque, ao ser completamente vaga e inexpressiva, deixa o campo da significação em branco para que cada militante petista o preencha da forma que bem entender, da forma que sua própria imaginação mandar. Sendo vago, o Partido estará sempre resguardado de frustrar qualquer que seja a expectativa. Analisemos a frase:

01) Há uma repetição do sintagma "algo", que é um termo desprovido de qualquer significado. É muito fácil reconhecer a confusão mental e o baixo nível de inteligência de uma pessoa. Basta contar quantas vezes ela se utiliza de léxicos de significado nulo, tais quais "algo" e "coisa". Pessoas burras sempre recorrem a essas palavras pois essa ausência de significado se reflete como manifestação literal da própria ausência de pensamento que lhes habita a caixa craniana. 

02) O único dado objetivo que a declaração revela é exposto de forma involuntária: a confissão pública de que o país está, de fato, à deriva: "é algo que não sabemos o que é".

03) Buscando arrematar a declaração com algum esboço de tentativa de traçar alguma ideia aproximada daquilo que ele de fato não sabe (porque não estudou, mas conhece tudo de "ouvi falar"), seu autor encerra-a com um enunciado sobre o tamanho do "algo que ele não sabe o que é": "esse algo pode ser muito grande". Não obstante o fato de que o trecho informa apenas uma remota possibilidade ("pode"), por sua vez, "muito grande" é o ápice da indeterminação, já que só se pode mensurar (atribuir o adjetivo "grande" ou "pequeno) o aspecto dimensional de um objeto ou circunstância comparando-o com outro de mesma natureza. Mas essa comparação é inexequível, porque a natureza da circunstância comentada é confessadamente indeterminada ("não sabemos o que é"), o que transforma todo o enunciado em um encadeamento de palavras que não dizem absolutamente p* nenhuma.

Episódio virou meme

Eu estou contando esse "causo", poque a página "Este é um idiota útil" teve a brilhante ideia de trabalhar o que destrinchei aqui na forma de um meme. Essa página mal começou e já está com ótimas postagens! Parabéns para os administradores! E, por favor, não parem! Eu, na qualidade de criador de conteúdo para uma página de Facebook com a mesma temática, bem sei que é preciso muita criatividade para produzir várias peças diferentes usando o mesmo conceito e fazendo variações mínimas na mesma imagem. Dentro de dessa limitação, a margem de criação fica restrita ao texto, que precisa ser excelente. Segue o link para a peça à qual me refiro. Sem dúvida alguma, essa é uma das 10 melhores de 2013. Portanto, cliquem na imagem abaixo, para irem até a página original, e "curtam" a peça, incentivando seus criadores a continuarem esse belo trabalho.


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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

ENEM 2013: questões comentadas (Questão 127)


O que é viver em "Comunhão com o ambiente"? Apenas um "lugar comum" completamente desprovido de qualquer significado. Os índios produzem pouco ou quase nenhum alimento, a quase totalidade do que precisam para viver é extraída do ambiente, mas eles possuem pouca ou nenhuma capacidade de interferir no ambiente para potencializar os recursos disponíveis, de modo que seu desenvolvimento está sempre subjugado a fatores os quais não controlam, mas são fruto do acaso. Não agem para produzir, apenas comem o que podem "tomar" do ambiente, através da caça, ou coletando frutos e sementes. A pouca agricultura que conseguem realizar possui rendimento baixíssimo, eles praticam, por exemplo, queimadas, o que qualquer retardado sabe que a longo prazo causa deterioração do solo. Só conseguem manter esse estilo de vida, porque são latifundiários. Para que a natureza lhes forneça o que precisam para viver, cada silvícola necessita de centenas de hectares de terras a sua disposição. Além disso, não dispões de conhecimentos capazes e salvar vidas. Índios não possuem penicilina (salvo aquela que o homem BRANCO lhes dá).

Toda a civilização é baseada em desenvolver técnicas para diminuir o máximo possível aquilo que se chama de "entropia". A civilização busca através do raciocínio fazer o maior número possível de bebês sobreviverem. A civilização busca desenvolver substâncias químicas capazes de proteger o ser humano do ataque de microrganismos. A civilização desenvolve técnicas médicas capazes de aumentar a expectativa de vida. Graças a medicina, o ser humano pode chegar a viver 100 anos. Tudo isso força a um aumento demográfico, o que por sua vez desemboca na necessidade de potencializar a produção de alimentos. Em vez de caçarmos tamanduás (que são animais pequenos e oferecem pouca carne), criamos bois em confinamento, que possui a melhor relação custo (em termos de trabalho desprendido na produção do alimento) / benefício (em termos de quantidade de alimento alcançada ao do processo) possível. 

Graças ao manejo de animais, podemos produzir grandes quantidades de proteína, em espaços reduzidos. Graças às técnicas de plantio, desenvolvidas pelo homem BRANCO ao longo de milênios, podemos produzir toneladas de verduras, frutas e hortaliças em pouco espaço, com pouco trabalho. É o excesso na produção de alimentos que permite a expansão demográfica. É a expansão demográfica que permite o trabalho especializado. É o trabalho especializado que permite o avanço da ciência, que por sua vez permite o aumento na produção de alimentos. Estamos na iminência de sermos capazes de produzir proteínas para consumo humano, não a partir de animais mortos, mas através de culturas de células. Isso traria ainda mais abundância para nossa sociedade. A civilização é um belíssimo organismo vivo, que além de evoluir, se auto-regula para responder às necessidades impostas por sua própria evolução.

A alegada "comunhão" é, na verdade, o grau de atraso tecnológico das sociedades indígenas, que impende seu crescimento demográfico, fazendo com que, mesmo que técnicas indígenas sejam mais agressivas ao "meio ambiente", acabem por fim produzindo um impacto menor, pois o número de indivíduos que delas precisam para viver é reduzido. Para que uma população do tamanho daquela que hoje vive nas cidades do Brasil pudesse sobreviver somente de extração do que a natureza oferece, seriam necessários uns 20 planetas Terra. É isso que é "viver em comunhão com o ambiente"??? As alegações do "integração com a natureza" presentes no texto da questão do ENEM não passam de um nível de leitura da realidade que é tão oligofrênico que deveria ser motivo de piada para qualquer ser humano com mais de 1 neurônio em funcionamento. Surpreendentemente, esse tipo de mendacidade não só não escandaliza ninguém, como também é levada a sério pela quase totalidade das pessoas que leem esse tipo de texto.

Mas, em se tratando do "Ministério da Educassaum", nada é tão ruim que não possa piorar. Logo em seguida eles começam a falar de "construção coletiva", querendo induzir o receptor da mensagem a adotar uma visão de mundo que negue o individualismo e faça apologia do coletivismo. Isso porque as ideias marxistas às quais o méqui visa disseminar são baseadas no coletivismo. Acontece que um coletivismo praticado por uma sociedade desprovida de Estado, cuja existência se resume ao nível tribal, é tão semelhante ao coletivismo presente nas ideias de Marx (nas quais a sociedade deve ser completamente subjugada pelo Estado), quanto um guerreiro indígena com um tacape na mão é semelhante a um soldado soviético com um fuzil AR-15. 

O coletivismo estabelecido pela inexistência, para uma cultura, dos conceitos de "propriedade privada" e "Estado" é natural. Trata-se de um patamar inferior do desenvolvimento humano, no qual certas ideias simplesmente ainda não ocorreram. Entre essas ideias, estão a escrita, a tecnologia, a medicina, ... e a propriedade privada. De modo que o desconhecimento do conceito de "propriedade privada" é apenas mais uma dimensão da limitação de raciocínio de um silvícola. Por outro lado, em sociedades que já evoluíram e já experimentaram todos os processos descritos no segundo parágrafo, a propriedade privada é parte integrante do conjunto de noções que possibilitam as maravilhas da civilização.

Um bebê simplesmente AINDA não tem dentes. Um homem adulto que tenha sido submetido a um processo de extração dos dentes é alguém cuja integridade foi destruída pela MUTILAÇÃO de uma das partes daquilo que corresponde a um corpo íntegro de um homem adulto, afinal, a alimentação que um adulto precisa para sobreviver é muito diferente da alimentação apropriada a um bebê. A ideia de levar uma sociedade complexa ao nível do coletivismo através do advento do Estado totalitário faz tanto sentido quanto a ideia de que a extração de todos os dentes de um homem adulto o fará rejuvenescer. 

Na verdade, o coletivismo de Estado é ainda mais estúpido:  simplesmente não é possível extirpar a instância "propriedade privada" do organismo vivo que é a uma sociedade tecnologicamente evoluída, sem estabelecer sua completa falência. Além das atrocidades que são cometidas em nome dessa ideia tresloucada: Nenhum homem desistirá de ter o melhor para si em termos de comida e medicina, portanto nenhum homem desistirá de sua propriedade privada, SALVO se sua integridade física for ameaçada pelo aparato opressor do monopólio dos meios de coação do Estado. O nome disso é TOTALITARISMO e é exatamente por isso que as tentativas de implantação do coletivismo em sociedades evoluídas sempre precisam ser feitas pelo uso da força e sempre descambam para assassinatos em massa.

O texto da questão fala ainda de "ideias partilhadas pelos povos indígenas", como se os silvícolas pré-cabralianos vivessem em um estado de harmonia absoluta e bem aventurança. Nada mais mentiroso. As guerras eram mais comuns entre as nações indígenas do que entre os homens europeus. Na verdade, enquanto na Europa as nações podiam decretar guerras umas com as outras e cessar  a guerra buscando o bem comum, os povos indígenas simplesmente viviam eternamente em uma guerra que JAMAIS cessava. Se hoje não temos os índios que falam as "180 línguas diferentes" matando-se uns aos outros, é exatamente porque todos eles precisam se subjugar à Lei estabelecida pelo homem BRANCO na qual assassinato é crime.

O texto apresentado na questão 127 do ENEM chama-se "As razões de ser guarani-kaiowá" e usa tal expressão para se referir aos jovens que trocaram o sobrenome no Facebook em apoio aos índios. No caso, apoio aos índios significa tratá-los como peças de zoológicos humanos que devem ser mantidos em áreas distantes da civilização, por mais que o índio queira beber Coca-Cola e ter um endereço de e-mail. Esse grupelho, acredita piamente que ser entusiasta das ideias enfermiças de Marx os torna iluminados capazes de decidir o que é melhor para os outros. Não seria diferente com os índios. Sobretudo, conforme demonstra o texto, partindo da pressuposição de fatos que simplesmente jamais tiveram referência no mundo real. A despeito do título do texto prometer "razões", no plural, o conteúdo dele não apresenta outra que não seja a mais profunda e abjeta burrice.

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sábado, 26 de outubro de 2013

Fotos dos espaços físicos das universidades brasileiras

Este espaço publicará fotos para ilustrar a degradação a que o ensino superior brasileiro chegou. Mande sua contribuição pelo e-mail alunodehistoria@yahoo.com



Muro do DCE da UFPR (Universidade Federal do Paraná), em Curitiba.


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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Animais contrários a testes em animais

"Os únicos animais que a instauração da barbárie beneficiará são os mesmos animais que estão incitando a instauração da barbárie através de atos de vandalismo".
Hoje pela manhã, publiquei uma imagem de humor que atribuía a revoltinha juvenil de um black bloc ao fato do pêlo do cachorro dele ter embolado. Era só uma forma de brincar com a futilidade e a alienação dos jovens que compõem a milícia terrorista petista, todos eles jovens idiotizados pelo "Ministério da Educassaum". A foto tinha chegado até mim pela aleatoriedade própria da Internet e eu não sabia que a viatura policial tinha sido queimada exatamente em uma manifestação contra os tais "testes com animais".

Achei melhor NÃO por foto do meu dog.
Antes de continuarmos, faz-se necessário uma exposição: eu nunca nem me pronunciei sobre "testes com animais" na página. Eu adoro animais. O segundo dia mais triste da minha vida foi quando meu cachorro morreu. Na casa da minha mãe (não moro mais com ela, mas vou lá sempre, nos finais de semana) há uma grande área externa, boa parte coberta de grama, na qual habita um verdadeiro zoológico. Temos 2 cachorros, 8 calopsitas, 1 papagaio (Eu sei que o IBAMA não permite, mas foi doação. O antigo dono queria soltar e ele iria morrer, pois nasceu em cativeiro e não possui o instinto para se alimentar sozinho, então ela decidiu tomá-lo e criá-lo.), um sem número de periquitos, mais um sem número de cágados e 1 hamster. Além dessa lista, ela é tão fanática por animais que, quando os conhecidos viajam, deixam seus pets para que ela tome conta, então há sempre um ou dois "animais temporários" (em um feriado houve 10 temporários). Nem sempre tivemos tantos bichos, mas foi dentro desse pathos geral de respeito e amor pelos animais que nasci e fui criado. Isso posto, prossigamos.

A forma como a imagem que foi publicada pela página está configurada não a faz se pronunciar nem contra nem a favor dos "testes com animais". A peça visa criticar SOMENTE a ação de vandalizar o patrimônio público, com o agravante extra de ser um atentado contra a força policial. Repetindo: em nenhum momento eu me referi a "testes com animais" nessa peça. E desafio a todos os comentaristas que se puseram contra tais testes a expor a ligação semiótica entre a imagem que foi publicada e o debate sobre a invasão do Instituto Royal. 



O fato é que "queimar viaturas policiais" não se justifica sob NENHUM pretexto, muito menos sob a égide de se manifestar "contra testes com animais". A ação do black bloc em questão deveria ser interpretada por TODOS, mesmo pelos que são contrários a testes com animais, como um ato de vandalismo barbárie, simples assim. No Brasil, a lei atual permite os testes com animais e quem for contra possui, dentro dos mecanismos previstos no Estado democrático de direito, meios de se manifestar e agir politicamente para alterar a lei. Isso não inclui depredar nada, principalmente não inclui atentar contra a força policial. A discussão que a imagem queria provocar era só essa, mas infelizmente um grande número de comentaristas viu na imagem um posicionamento da página em favor dos testes com animais.

Há um abismo intransponível entre "ser contrário a testes com animais" e "ser favorável à incineração de viaturas". Não há nenhum elemento que justifique a ligação, que sirva de ponte, entre essas duas situações, a não ser uma profunda dificuldade de interpretação de texto. O catatau de comentários que viram na imagem um posicionamento a favor dos testes com animais é mais um episódio que deixa claro o buraco intelectual no qual o Brasil se encontra. As pessoas, mesmo a "elite intelectual", simplesmente NÃO sabem LER. Não estou falando de "leitura" no sentido de "juntar as letras e formar palavras". Estou falando de "leitura" no sentido de "juntar ideias e formar conceitos". Para tal, é pressuposto que se saiba "juntar letras e formar palavras" e isso as pessoas até sabem fazer.  

Por exemplo: eu já conversei com muitos comunistas e sei que a maioria deles é comunista por não saber ler. Por causa disso, são incapacitados de raciocinar. Assim, eles não tem clareza sobre os elementos da ordem da realidade e reduzem todos os processos semióticos que realizam ao nível emocional. Funciona mais ou menos assim: viram a imagem de Che Guevara, entram imediatamente no piloto automático associando tudo que tiver em volta dela a "amor", "compaixão", "partilha", etc. Viram a bandeira americana, disparam o gatilho mental de associar, como robôs, tudo em volta dela a "malvadão", "reacionário", "branco do olho azul", "capitalista", "opressor", "imperialista", etc. Que os conceitos aos quais eles chegam não tenham nenhuma ligação lógica com os elementos que disparam os processos de significação, pouco importa. O que importa é ser capaz de remontar o mesmo encadeamento estagnado de emoções que realizaram pela primeira vez em sala de aula, sob a batuta de um professor de "Istória" comunista.

O mesmo processo narrado acima aconteceu na leitura da imagem que publiquei. SE tem um cachorro, ENTÃO o assunto é "testes com animais". Na cabeça dessas pessoas o Discovery Channel é um canal especializado em reportagens sobre "testes com animais". O nome desse fenômeno é "síntese confusa", ou seja, a incapacidade de isolar os diferentes elementos que compõem uma situação e reagir de forma apropriada a cada um deles. O receptor que incorre em "síntese confusa" simplesmente toma, dentro da situação em questão, o elemento que lhe provoca maior reação emocional e, em seguida, transmite essa reação emocional aos outros elementos, fazendo com que, em sua percepção, esses compartilhem da natureza daqueles; quando, fora da "síntese confusa", NÃO compartilham.

Aqui chegamos ao ponto principal dessa história de "testes com animais". Por favor, prestem toda a atenção. Qual o objetivo da esquerda radical que atualmente ocupa o poder? Destruir as instituições nacionais e o Estado democrático de direito para que, diante do caos, a "ditadura do proletariado" seja apresentada como a única saída possível. Essa mesma estratégia foi adotada em todos os países que foram subjugados por revoluções comunistas. Sabendo que o "Ministério da Educassaum" já criou dezenas de milhares de autômatos cujos processos de interpretação foram destruídos pela "síntese confusa", a esquerda radical decidiu capitalizar em cima do amor que as pessoas sentem pelos animais. Assim, foi ordenado que a milícia terrorista petista (os black blocs) fossem pra ruas praticar vandalismo e dar a desculpa que é para o bem dos animais. Isso faz com que, uma grande parcela da população que inicialmente antipatizou o terrorismo promovido pela patuleia, passe olhá-los, agora, como os arautos do fim da "guerra de espécies". Fiquem atentos para não cair no truque: os únicos animais que a instauração da barbárie beneficiará são os mesmos animais que estão incitando a instauração da barbárie através de atos de vandalismo.

Sobre a invasão do Instituto Royal

Conforme já expliquei, pedi para que compartilhassem o vídeo com a diretora do Instituto Royal, Silvia Ortiz, porque a mídia em nenhum momento deu voz ao outro lado da história, reproduzindo apenas a gangue de vândalos que invadiu, saqueou e destruiu uma propriedade privada. Em que pese o fato de eu amar animais, não consigo me convencer que os métodos adotados pelos militantes sejam lícitos. Até porque houve o caso de 2 cachorros "libertados" que foram abandonados à sua própria sorte NA RUA. Se havia animais sofrendo "por causa dos testes", paciência. Gosto de animais, mas na minha escala de valores os seres humanos vêm em primeiro lugar. Como já disse, quem não concorda comigo tem todo direito de se manifestar, CONTANTO QUE O FAÇA DENTRO DOS MEIOS LEGAIS PREVISTOS NO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO. Vamos discutir a ética em tono dos testes em animais? SIM, VAMOS! Vamos discutir a ética em torno da prática de vandalismo, depredação e saque? JAMAIS!!!!!!

Essa história de "testes com animais" mexe de tal forma com a emoção das pessoas, que as faz perder o juízo. Alguns disseram: "A lei brasileira permite os testes, não os maus tratos". Suponhamos que o Instituto Royal estivesse praticando maus tratos, ou infringindo sofrimento desnecessário aos animais, agindo assim FORA DA LEI. A Lei brasileira permite invasões e saques? Claro que não. Nesse caso, a pessoa que advoga com "A lei brasileira permite os testes, não os maus tratos" está sugerindo que a Lei seja desrespeitada, para que a Lei seja respeitada. Pelo amor de Deus, minha gente! Aí nem é mais "síntese confusa", aí já é "diarreia mental". Se havia animais sendo simplesmente mau tratados por sádicos que apenas se divertiam com a penúria deles (Acho pouco provável que isso estivesse acontecendo, embora não seja impossível.), daí o ÚNICO procedimento cabível é USAR A INTELIGÊNCIA, recolher provas (Se possível, imagens. Por que NENHUM dos funcionários que aparecem na mídia como os autores das denúncias possuem NENHUMA imagem, em uma época em que qualquer celular de R$ 70 faz vídeos???) e acionar AS AUTORIDADES RESPONSÁVEIS. 

Em suma, o problema que tenho com os ativistas que "libertaram" os animais do Royal é O MESMO PROBLEMA que tenho com a ação dos black blocs: não importa quão nobre seja a causa, de fato, o mundo não é perfeito, mas vandalizar, depredar e saquear JAMAIS poderão servir para melhorá-lo. "Timeo Danaos et dona ferentes" ("Temo os gregos, mesmo quando trazem presentes", Virgílio, Eneida, II, 49). Essas "causas nobres" usadas por certas pessoas para dar a si mesmas salvo conduto para agir ao arrepio da Lei vigente não passam de um Cavalo de Troia para que o vandalismo e a barbárie se fortaleçam, em detrimento da civilização, que já é tão tênue e frágil no Brasil.

Respostas para alguns comentários


O velho golpe do "vândalos se infiltraram em uma ação que era para ser pacífica". Dahora essa alegação, seria uma pena que alguém dissesse que é IMPOSSÍVEL INVADIR UMA PROPRIEDADE PRIVADA PACIFICAMENTE.


Querida Silvia Lippo, sua concepção de "amor" que subentende "oferecer sua família para testes de substâncias experimentais" é bem exótica, para dizer o mínimo. No mais, queira fazer a gentileza de me enviar as provas de que as cobaias eram usadas para testar cosméticos, para que possamos divulgar aqui na página. Quero crer que você é coerente com o que diz e não utiliza xampu, sabonete, pasta de dente. Nossa... tô sentido o mau cheiro só de imaginar a coerência.


Querido Benito Zamith, não há nada de equerdopático em defender o fim dos testes com animais. É por isso que em nenhum momento eu ataquei a agenda e me restringi a atacar OS MÉTODOS usados para cumprir a agenda. A sugestão de utilizar os políticos para fazer testes é maravilhosa. Finalmente eles poderiam servir de forma útil para a sociedade. Por favor, protocole. 


Maravilha! Temos finalmente um argumento. O caminho é por aí, Alkinoos. Em sociedades civilizadas, os fatos são apresentados e os debates são iniciados, visando o bem maior. Espero que você seja capaz de compreender a diferença entre apresentar o atraso de 10 anos na descoberta de uma vacina, causado pelo uso de animais em testes, e queimar uma viatura da polícia. Eu sei que são situações muito parecidas e que as semelhanças podem favorecer a confusão, mas, com um pouco de atenção e se atendo às sutilezas, dá pra distinguir uma da outra.


Se há qualquer irregularidade na verba destinada para o instituto em questão, queira por favor nos enviar as provas. Até agora, só a esquerta black bloc tem capitalizado em cima do caso. É a hora de tirarmos nossa lasquinha. Prometo não só publicar aqui na página, mas também me empenhar pessoalmente para que tais fatos sejam amplamente expostos nos meios de comunicação. Não obstante, é extremamente necessária que você perceba que em nenhum momento eu me coloquei contra ou a favor do tal instituto.


Na cabeça de Vanessiinha Malta, a mãe dela e um cachorro podem ser permutados um pelo outro, com o mesmo valor de troca. Ela é um exemplar do tipo do ser humano que justifica o ditado: "Quanto mais conheço os seres humanos, mais gosto dos animais".


Para comentar

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terça-feira, 22 de outubro de 2013

A esquerda brasileira treme diante da disseminação da verdade sobre o nazismo - Parte 01

A associação do nazismo com a direita política é uma das principais mentiras usadas pelo "Ministério da Educassaum" brasileiro, aparelhado de "intelequituais" orgânicos a serviço do partido, para assegurar a absoluta hegemonia esquerdista que existe atualmente no país. Por causa disso, é exatamente um dos temas mais batidos pela página "Meu professor de História mentiu pra mim". Diante do desvelo de seus embustes, a esquerda mijona treme de medo e passa a criar peças para supostamente "refutar" os argumentos que deixam bastante claro que nazismo, fascismo e comunismo são três variantes da esquerda do século XX. Tentar negar esse fato é como tentar tapar o sol com a peneira, tal exercício descambará sempre para o polichinelo. As semelhanças do nazismo e do fascismo com o comunismo são auto-evidentes. E é muito fácil entender isso. Pensemos em ícones da direita: Winston Churchill, Ronald Reagan e Margareth Tacher. Agora pensemos em ícones da esquerda: Lenin, Stalin e Mao Tse Tung. Por fim, respondamos a pergunta: as práticas e a atuação de Hitler se assemelham mais ao que foi realizado pelos citados ícones da direita ou pelos da esquerda? Fim. Não tem pra onde correr. Nenhum vulto da direita jamais ordenou genocídios contra seu próprio povo. Nenhuma política de direita visa controlar a economia, por mais que a justificativa de "acabar com desigualdade social" possa parecer sedutora. Ser de direita é acreditar que o Estado é incapacitado para melhorar a sociedade e toda vez que tenta fazê-lo, além de não conseguir, causa gigantescos prejuízos, inclusive de VIDAS, já que as tentativas de implantação do comunismo já vitimaram até aqui mais de 100 milhões de pessoas.  O estado não consegue produzir riqueza nem melhorar a vida de ninguém e o melhor que ele (o Estado) faz é NÃO impedir a sociedade de produzi-la e não impedir as pessoas de buscarem melhorar sua própria condição de vida. Basta olhar para a História para perceber que a alegação da direita procede. Não obstante, as promessas revolucionárias esquerdistas continuam seduzindo milhões de incautos.

Mas voltemos ao ponto. Hoje, vamos analisar outra peça divulgada nas redes sociais com o objetivo de tentar salvar a mentira de que o nazismo seja uma doutrina de direita. A página que a produziu é completamente insignificante e inexpressiva, mas penso que vale a pena refutar os argumentos listados na peça, porque quase todos eles são usados pela canalhada comunista para continuar insistindo na mentira de que o nazismo teria algum tipo de ligação com a direita. Observem a imagem abaixo:


Agora vamos estudar cada uma das alegações separadamente. Partamos para a primeira:


A alegação é totalmente sem sentido. A negação da ideia expressa no título está presente no início da própria explicação: "o temor do avanço do socialismo levou a burguesia a apoiar o nazismo". Fim. Uma situação é alguém apoiar uma ideia de livre e espontânea vontade. Outra situação MUITO DIFERENTE é esse alguém apoiar uma ideia, SOB A CONTINGÊNCIA DE TER DE ESCOLHER ENTRE ELA E OUTRA AINDA PIOR. Se um raptor oferece a um prisioneiro as opções de comer feijão podre ou fezes, o prisioneiro, com o tempo, sob a contingência da fome, acabará por aceitar em algum momento comer o feijão podre. Por causa disso o raptor estaria habilitado a afirmar que seu raptado GOSTA de feijão podre? A burguesia alemã sabia que o nazismo seria péssimo para ela, como de fato foi. A economia alemã foi completamente controlada pelo Estado. A despeito da propriedade privada ter sido mantida nominalmente, na prática os meios de produção foram estatizados, porque era o Fürer quem decidia o que cada fabrica produziria, quem contrataria, quanto pagaria, por quanto compraria a matéria prima, etc. Isso significa perder totalmente a autonomia sobre aquilo que lhe pertence, mas essa situação ainda seria MENOS PIOR do que perder o direito de propriedade INCLUSIVE juridicamente. E foi exatamente isso que tinha acontecido na União Soviética. Sim, o nazismo significava alguma proteção ao patrimônio da burguesia, mas uma proteção que custava muito caro, e a burguesia sabia disso. As alegações acima não falam e talvez seu autor nem saiba, mas o fato é que não foi TODA a burguesia que apoiou o nazismo. Houve alguns ricos que fugiram da Alemanha com suas famílias. O que por si só já serviria para negar a alegação de "a burguesia" apoiou o nazismo. Hitler sabia a desgraça que a estatização dos meios de produção causaria, porque já tinha visto o que aconteceu na URSS. Assim, ele optou por uma estratégia diferente: no lugar de tomar os meios de produção dos seus donos, ele poderia simplesmente ESCRAVIZAR os donos, o que lhe daria controle sobre os meios de produção. E foi exatamente isso que ele fez. Tanto que ele mandou sua polícia secreta localizar os empresários e industriais (que tinham abandonado seu patrimônio e fugido) e trazê-los de volta para a Alemanha, da mesma forma que um senhor de engenho mandava seus capatazes localizar negros fugidos. Chamar a situação descrita até aqui de "a burguesia apoiou o nazismo" é um exercício de mau caratismo sem limite.

Outros pontos importantes: em toda Europa, os primeiros a se levantarem contra o nazismo FORAM OS CATÓLICOS CONSERVADORES. Enquanto esses advogavam que Hitler tinha que ser derrubado enquanto ainda estava em ascensão, a esquerda europeia saia à defesa de Hitler. Hitler jamais poderia ter feito o que ele fez sem a ajuda de Stalin. De fato, Hitler é um "filho" de Stalin. Stalin tinha o plano de deixar Hitler seguir na frente se digladiando com os outros países da Europa e, quando todos estivessem enfraquecidos com as batalhas, Stalin invadiria e dominaria a todos os países (inclusive a própria Alemanha). Acontece que Hitler foi mais esperto que Stalin e, em dado momento, invadiu a URSS, típico cachorro que morde a mão do dono que o alimenta. O modelo comunista era tão nefasto que quando as tropas nazistas adentravam as cidades subjugadas por Moscou, a população fazia festa para comemorar o fim da penúria. Isso os livros do méqui não mostram.

OBS: o cidadão que criou a peça é tão analfabeto que separou sujeito e predicado com vírgula. Não é de se estranhar que seja comunista.


Exato! Hitler já tinha identificado que a gestão privada é mais eficiente do que a gestão estatal. Qualquer brasileiro sabe na prática que, nesse ponto específico, Hitler tinha razão. Basta comparar uma escola pública qualquer com uma escola particular qualquer. Quem for um pouco mais velho, pode comparar como eram as telecomunicações no Brasil na época da Telebrás e como ficaram depois das privatizações. Além disso, Hitler precisava de DINHEIRO para fortalecer militarmente a Alemanha. E de onde ele tiraria dinheiro? Ele precisava vender o que tinha à disposição. Na prática, para Hitler não fazia muita diferença se tais empresas pertenciam a particulares ou ao Estado alemão, uma vez que ele trabalhava com o objetivo de alcançar o poder totalitário e, após ter alcançado isso, ele controlaria as empresas, estivessem elas nas mãos de quem estivessem. O nazismo não teria sido o que foi, se Hitler não fosse um bom estrategista. A alegação acima ignora completamente o contexto histórico do desenvolvimento do nazismo e se apega somente à face externa das privatizações realizadas por Hitler. De uma burrice atroz.


Perceba que a alegação de princípio já parte pro bla-bla-blá das adjetivações: "conservador". Conservador é aquele que conserva. Hitler era o OPOSTO de um conservador. Ele era, de FATO, um REVOLUCIONÁRIO. Ou seja, ele achava que, se ele RECRIASSE a sociedade alemã segundo as belas ideias que habitavam sua cabeça oca, o resultado final seria um paraíso na Terra. Na cabeça dele, a morte de alguns milhares de judeus estaria justificada quando raiasse o novo dia em que seu projeto de "mundo perfeito" estivesse consumado. Substitua o termo "judeus" por "burgueses" na frase anterior e você terá a fórmula do mundo perfeito versão marxista-leninista. 

Sobre o adjetivo "exclusivista", eu não faço a menor ideia do que a anta que redigiu essa mendacidade quer dizer. Fui até o Aurélio  e encontrei essa acepção para a palavra: "Que repele tudo quanto é contrário à sua opinião". Se for isso, realmente é verdade: Hitler instituiu o unipartidarismo. Acontece que unipartidarismo é o traço mais gritante em TODOS os países que adotaram o regime comunista. Então, se Hitler era "exclusivista" (e ele de fato foi), isso só o distancia das democracias baseadas no livre mercado e o aproxima dos tiranos comunistas, tais quais Stalin e Mao Tse Tung. 

Ao mesmo tempo, dizer que Hitler "beneficiou um pequeno grupo" é digno de gargalhadas. Como já foi explicado, Hitler se beneficiou da burguesia muito mais do que esta dele. Que o modelo do "capitalismo de estado" enriquece os apadrinhados do partido único, não é novidade para ninguém. Tanto assim, que foi o modelo adotado pelo nazismo, pelo fascismo e pelo COMUNISMO. É exatamente por isso que a direita é CONTRÁRIA ao "capitalismo de estado" e ao unipartidarismo e a FAVOR do livre mercado e da democracia.  Se Hitler enriqueceu um pequeno grupo o qual estava ligado diretamente a ele, não fez mais do que o que foi feito por Stalin ou Mao Tse Tung. Pela lógica de dizer que "quem enriquece seus apadrinhados é de direita" seríamos obrigados a chegar à conclusão que NUNCA existiu esquerda no mundo, por que criar uma casta de apadrinhados do partido único que vive explorando a miséria e a fome do povo foi exatamente o que fizeram TODOS os regimes comunistas baseados nas "ideias" de Karl Marx.


Nesse ponto, o animal que produziu a imagem se embolou todo, criando "o samba do militante petista doido e burro". A ideia de que o mercado precisa ser regulamentando é exatamente uma ideia DA ESQUERDA (uma ideia altamente equivocada, diga-se de passagem). UMA VEZ que Hitler praticou a regulamentação da economia, LOGO ele é DE ESQUERDA. Isso é a coisa mais óbvia do mundo! Eu fico me perguntando qual tipo de matéria há dentro da caixa craniana das pessoas que fazem essas peças. É a bibliografia esquerdista que atribui a Crise de 29 à liberdade econômica e advoga o controle e a regulamentação da economia. Nós, direitistas, sabemos que tal crise é fruto do intervencionismo estatal e sabemos que, ao proceder como os esquerdistas procedem, eles estão advogando como remédio mais do veneno que causou o mal. Se Hitler promoveu "o aumento do controle geral da economia e da regulamentação" com o objetivo de fazer a "contenção da crise capitalista", ENTÃO fica evidente que Hitler se alinha com o pensamento que ATÉ HOJE é cultivado pela EXTREMA-ESQUERDA; a mesma extrema-esquerda petista que chama a esquerda-moderada (os "social-democratas") de "neoliberal", usando esse adjetivo como xingamento. Não é a toa que o nome do partido Nazista era Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei que, em português, fica Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães. O partido Nazista era o Partido dos Trabalhadores Alemão: PT. As semelhanças são inúmeras e a forma de pensar é a mesma.


kkk! Proibição de greve torna alguém direitista? Stalin mandou um abraço. Esse mimimi de "luta de classes" não passa de uma desculpa esfarrapada para a canalhada chegar ao poder. Depois que conseguem o que querem, todos eles dão uma grande banana para seus antigos colegas sindicalistas. Foi assim na Alemanha, foi assim União Soviética e está sendo assim no Brasil. Quantas greves já foram tornadas ilegais depois que o PT chegou ao poder?


O nazismo realmente era nacionalista e o nacionalismo realmente é uma bandeira da direita, uma vez que essa se opõe ao estabelecimento de um governo internacionalista mundial, que é o projeto da esquerda marxista. Contudo... acontece que até Marx produzir sua "obra", havia várias modelos de comunismo sendo debatido pela canalhada na Europa. O internacionalismo é um traço do modelo comunista marxista. Hitler acreditava que o marxismo tinha deturpado o VERDADEIRO COMUNISMO, e se apegava a ideias sobre o comunismo que eram anteriores ao próprio Marx. Assim, associar direita a nacionalismo e esquerda ao internacionalismo só faz sentido dentro de um contexto marxista e Hitler não estava inserido nesse contexto; ele era, de fato, anti-marxista.

Quanto a alegação de "anti-igualitário"... Meldels!!!! Que cara B-U-R-R-O!!! Quer mais anti igualitário do que a União Soviética, do que a China, do que Cuba? O comunismo cria uma casta de beneficiados pelo sistema que vive nababescamente em uma torre de marfim, enquanto o povo miserável pulula de fome no andar de baixo, RIGIDAMENTE separado pelo monopólio estatal do uso da violência. Quer falar de culto ao Estado? Algumas democracias liberais podem até incentivar o patriotismo na população, comemorando por exemplo feriados cívicos, mas é impossível comparar isso com a sandice promovida nos países comunistas. Nesses regimes o Estado é identificado totalmente com a figura do ditador. O normal é serem embalsamados após a morte e colocados em mausoléus para que a população possa, em romaria, adorá-los como deuses. É impossível existir grau maior de culto ao Estado do que nos regimes comunistas, chegando ao nível da loucura. Foi o caso do recente falecimento do ditador da Coreia do Norte, cujas as imagens do povo coreano em desespero nas praças públicas chocaram as populações dos países democráticos. 

A alegação sobre "exclusivista" já foi refutada em um tópico anterior. Eu não sei porque o pensamento (e o discurso) de comunistas fica sempre dando voltas, sem sair do lugar.

Se Hitler era "anti-igualitário", "pregava o culto ao estado" e "exclusivista", ENTÃO ele estava em TOTAL conformidade com seus companheiros: Stalin, Mao Tsé-tung, Enver Hoxha, Nicolae Ceaușescu, János Kádár, Pol-Pot, Hồ Chí Minh, Walter Ulbricht, Kim il-Sung, Robert Mugabe, Slobodan Milošević, Josip Tito, Wojciech Jaruzelski, Leonid Brezhnev et caterva.


A parte da peça que deveria ser engraçada além de muito sem graça, expõe o grau da abjeta ignorância de quem a criou. O criador da peça acredita que Olavo de Carvalho é o autor da elucidação sobre o fato de que nazismo é uma das variações das doutrinas de esquerda do século XX. Isso porque ele (o criador da peça) além de ser uma pessoa evidentemente oligofrênica, possui uma cultura totalmente calcada em "ouvi falar". Se tivesse o hábito de leitura (bom, se tivesse o hábito de leitura, não seria esquerdista, mas prossigamos...), conheceria as CENTENAS de obras que elucidam esse ponto, algumas inclusive não só já foram traduzidas para a Língua Portuguesa, como também já foram publicada no Brasil. É o caso dos dois livros abaixo:

Alain Besançon, 

"A Infelicidade do Século"





Robert Gellately, 

"Lenin, Stalin e Hitler 
A Era da Catástrofe Social"












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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Grupo Folha dá atestado de desonestidade patológica em pesquisa sobre perfil político

Está fazendo sucesso nas redes sociais compartilhar o resultado de uma pesquisa sobre o perfil político do brasileiro. As questões foram formuladas pelo instituto Data Folha e reproduzidas no portal do UOL, em formato interativo. A própria pesquisa, em si mesma, já é uma prova do grau de alienação e do baixo coeficiente intelectual do brasileiro médio, sobretudo daqueles que compõem a casta dos formadores de "openeão". Segue um exercício que estuda o que está por trás das maneiras que os tópicos são apresentados aos entrevistados. Os mais atentos já terão notado as trapaças, mas com certeza há muita gente que respondeu às questões sem se atentar para o que elas traziam nas entrelinhas, ou se sentiram desconfortáveis diante delas, sem serem capazes de explicitar o que exatamente nelas os incomodava. 

Para não assustar o entrevistado, a pesquisa começa muito bem. A questão é pertinente: "posse de armas". Há duas abordagens possíveis: proibi-las e permiti-las. Ambas as abordagens estão bem representadas nas opções oferecidas ao entrevistado. Os pressupostos por trás de cada uma dessas opções são amplamente conhecidos por todos nós: De um lado, a esquerda promove campanhas pelo desarmamento, sob a alegação de isso diminuiria a violência. Do outro, a direita — por princípio, contrária ao inchamento do estado — alega que as armas que causam a violência são exatamente aquelas que estão em posse das pessoas que não respeitam as leis, portanto a proibição de armas de fogo, na prática, é permissão para que apenas um dos lados possa usá-las, o lado do crime. Qualquer comparação dos índices de criminalidade de países em que são permitidas as armas com os de países onde elas são proibidas atestará que a alegação da direita procede e que a posição defendida pela esquerda, na melhor das hipóteses, se trata de uma ilusão cultivada por pessoas com tendências nefelibatas.

Logo em seguida, os criadores da enquete partem deliberadamente para a baixaria pura e simples. Ao formular a questão nesses termos, é mais do que óbvio que se está incorrendo na indução de uma determinada resposta. Além do evidente uso do expediente esquerdista do "monopólio moral da piedade", o ponto mais problemático da questão é a ocorrência, na opção "B", da palavra "cidade", o que muda completamente todo o sentido da questão. Se alguém diz que "pobres que migram acabam criando problema para a cidade", está implícito na afirmação que os pobres migraram "do campo" para "a cidade". Nenhum conservador jamais advogou a proibição de que pessoas ("pobres") migrem do campo para a cidade. Nem mesmo de um estado para o outro. A questão da migração está presente nas discussões políticas como reflexo da questão da manutenção dos Estados Nacionais, defendida pela direita conservadora, contra o estabelecimento de um governo mundial capaz de sobrepujá-los, situação que começou a ser construída pela Internacional Comunista e hoje é defendida pelas esquerdas de cada um dos países, inclusive com a criação de entidades supra-nacionais, como é o caso do Foro de São Paulo, ao qual estão filiados quase todos os partidos de esquerda da América Latina. Ao apresentar a questão da forma que a pesquisa o fez, subtrai-se completamente o cerne da discussão política relativa ao tópico "migração" e transfere-se a discussão para: "ou você é um bonzinho preocupado com os pobres (e portanto você usa camiseta de Che Guevara, vota no PT e é esquerdista), ou você está pouco se lixando para os nordestinos, contato que eles não venham poluir o visual das cidades do sul-maravilha (e portanto você é um malvadão sulista, branco, "de direita")?".

A baixaria prossegue. É claro que a pior das formulações tinha que ser em relação a uma questão sobre homossexualISMO. Note as opções: "deve ser aceita por todos" ou "deve ser desencorajada pela sociedade". Eu tive que controlar para não dar um murro no monitor. O mau caratismo de quem formulou essa questão ultrapassou os limites do humanamente aceitável. O que quer dizer a palavra "deve"??? Indica uma tendência geral que se considera a melhor a ser seguida ("as pessoas devem sempre ler cada vez mais") ou significa uma obrigação legal frente ao estado ("as pessoas devem respeitar as leis")??? A opção "A" é deliberadamente formulada de maneira nebulosa, mas a opção "B" consegue ser ainda pior: "deve ser desencorajada por toda a sociedade". O que significa "desencorajar"? Estabelecer sanções para os indivíduos que incorrem em determinada prática. Nem mesmo o conservador mais radical advoga que o Estado proibia legalmente a prática do homossexualISMO (alias, o "desencorajamento" da prática homossexual aconteceu de forma ferrenha exatamente nos países em que a esquerda impôs sua agenda, como URSS, China, Cuba e Coreia do Norte — onde está escrito "desencorajamento", leia-se "assassinato de homossexuais"), portanto nem mesmo o conservador mais radical poderia clicar na opção "B". Ao mesmo tempo, alguém pode acreditar que o melhor é que toda a sociedade aceite o homossexualISMO como normal, mas não pode clicar na opção "A", porque sabe que na prática, o que está em jogo não é se a sociedade vai aceitar ou não o homossexualISMO. O que está em jogo no Brasil atual é que grupos estão infiltrados na máquina do Estado com o objetivo de se utilizar da pulsão sexual de idiotas uteis para transformá-los em massa de manobra. O os grupos que compõem aquilo que se auto intitula "o movimento gay" lutam por "conquistas" que vão desde conseguir mandar para cadeia quem porventura se refira à prática do homossexualISMO com um dos sintagmas proscritos da língua portuguesa por esses mesmos grupos, até a criação de cotas para homossexuais em cargos públicos, principalmente na rede de ensino. Como seria possível "provar" que se é homossexual para fazer uso de tais cotas? Será necessária consumar o ato carnal na frente de uma banca avaliadora para que o Estado entregue o certificado de "pertencente a minoria (que nem é minoria de fato) protegida"?. Enfim, acreditar que se deve aceitar a pratica do homossexualismo como normal É MUITO DIFERENTE de concordar com as atuais ações dos grupos que querem criminalizar quem não creia nisso, além de conferir direitos especiais a quem se autodeclare "gay".

O erro lógico sobre o qual a questão anterior se baseia é repetido na questão 04 em um grau ainda mais nefasto. Além disso, o expediente de "monopólio da superioridade moral", que aparece na questão 02, aqui é usado de novo, nos mesmos termos: ou você é bonzinho e esquerdista, ou você é um direitista insensível e sem coração. A maneira como a questão está formulada passa bem distante do cerne da discussão política relativa ao tópico "pobreza". É claro que os pobres não possuem as mesmas oportunidades que os ricos. Ninguém em sã consciência negaria tal fato, ao mesmo tempo que ninguém em sã consciência deixaria de considerar que É IMPOSSÍVEL QUE NÃO SEJA ASSIM.  Se uma pessoa sem dinheiro pudesse ter acesso aos mesmos bens e serviços que uma pessoa com dinheiro, então isso significaria que se criou uma sociedade na qual o dinheiro não tem mais valor. O ponto é que: nas sociedades em que o dinheiro não tem mais valor o que passa a ter valor é o poder político. Ou seja, o padrão de vida dos pobres não é melhorado nem um milímetro, mas os que antes tinham um padrão de vida melhor são igualados àqueles, criando-se uma sopa comum de miséria que mistura (os que antes eram) ricos com os que já eram pobres. Dessa sopa, escapa somente aqueles que mintam em nome do Partido. Em sociedades assim, a produção de riquezas é paralisada pela "oficialização estatal da inveja" e é criada uma casta de dirigentes que nada criam, mas que vivem à larga explorando a miséria do povo. Foi assim que aconteceu na URSS, na China, em Cuba, na Coreia do Norte, etc. Esse processo está em curso tanto na Venezuela, na Argentina, no Brasil, bem como em países como França e Estados Unidos, que afundam suas economias e estrangulam a produção de riquezas na razão direta da aceitação social das falácias coletivistas.

Assim como a questão 01, a questão 05 está bem formulada. A discussão é realmente ser a favor ou contra pena de morte.

Também não cabem críticas à questão 06.

A questão 07 incorre na chamada "falácia da falsa dicotomia". Ela traz uma apresentação diferente para os mesmos tópicos que compõem a questão 04, portanto sua formulação visa induzir os mesmos embustes e as mesmas aleivosias que estão expressos naquela questão (bem como na 03 e na 02). Além disso, o truque presente na questão 03 também aparece aqui em um grau ainda maior. Note: O que significa "oportunidades iguais para todos"? Se o Estado se ativesse à função que de fato lhe cabe (a segurança), todos teriam oportunidades iguais. Na medida em que o Estado se arvora a corrigir as "injustiças sociais", estrangulando a produção de riquezas, começa a produzir mais pobreza, prejudicando, sobretudo, os mais pobres. Portanto, criar "oportunidades iguais para todos" é muito diferente de adotar um estado paternalista. Na verdade, é o oposto disso. Mesmo sendo um conservador, eu não sou capaz de responder que "a maior causa da criminalidade é a maldade das pessoas". A maior causa da criminalidade é, DE FATO, a pobreza. Acontece que a pobreza é fruto exatamente daquelas ações que são tidas pelo populacho inculto como ações para acabar com a pobreza. Dada a baixa instrução da "maioria", sempre chegam ao poder os piores tipos, aqueles que mais farão para que o povo continue à míngua e, se possível, dependente de esmola governamental, o que garante que o poder permaneça nas mesmas mãos.

Mais uma questão descaradamente formulada para induzir a resposta. O tópico aqui deveria ser "maioridade penal' e as opções deveriam ser: "A) Deve existir maioridade penal" e "B) Não deve existir maioridade penal, cabendo ao juiz julgar cada caso específico". Mas o formulador da pesquisa optou por enveredar por caminhos completamente subjetivos. Quando a questão diz "adolescentes", a que se refere? Quando diz "crimes" a que se refere? É óbvio e ululante que um jovem de 12 anos que cometeu um crime, o qual seja furtar um pacote de biscoito em um supermercado, não deve ser punido. Ele precisa, SIM, de ajuda (que a questão chama erroneamente de "reeducação"). Já um "adolescente" (que está a algumas horas de completar a maioridade penal) que tirou a vida de um estudante, após este ter lhe entregado o pertence que ele pediu, ser mandado para uma instituição de "amparo ao menor", para lá permanecer vendo TV por alguns meses e depois sair com a ficha limpa, se trata obviamente de uma afronta inaceitável à população de bem, além de clara apologia ao crime de homicídio. A forma como a questão foi formulada pelo grupo Folha iguala "o menino que roubou um pacote de biscoito" com "o adulto que, sem motivo algum, atirou em um estudante", fazendo ambos serem representados pela alcunha de "adolescente" e chamando cada uma das ações de "crime". Essa é sem dúvida uma das questões mais desonestas da enquete.

Conforme as questões 01, 05 e 06, a questão 09 não possui erros de formulação. Contudo, utilizá-la para julgar se alguém é "de direita" ou de esquerda é de uma desonestidade atroz. Dentro da direita, há os conservadores, que se posicionam pela proibição do uso de drogas e da prática do aborto, como também há os libertários que são favoráveis a liberação do uso de drogas e da prática do aborto, mas ambos adotam posturas fortemente contrárias ao inchamento do Estado, que é o principal ponto de caracterização da esquerda. Isso também acontece com a questão 03, sobre o homosexualISMO. Um libertário responderia "A" (deve ser aceita pela sociedade), mesmo sendo fortemente contrário ao inchamento estatal promovido pela esquerda com a desculpa de "proteger os gays". Vários conhecidos meus que responderam essa enquete ficaram completamente insatisfeitos com o resultado. A despeito de suas convicções anti-marxistas e anti-estatistas, foram enquadrados pelo resultado como "centro esquerda". Tais imprecisões não são um erro de formulação, mas uma ação sub-reptícia calculada para que a pesquisa não denuncie o que de fato está acontecendo no Brasil: os valores e crenças da população são completamente contrários aos da classe política. Enquanto a população é composta quase que totalmente de cristãos, conservadores e liberais, uma pequena minoria ocupa instâncias importantes (tais quais o grupo Folha) que servem como uma espécie de "espelho", deturpando a imagem que a população tem de si mesma. Ao mesmo tempo, uma casta política portadora das ideologias derivadas do apostolado da inveja (também conhecido como marxismo) institui o voto obrigatório e se oferece para que a população "de direita" seja OBRIGADA a escolher um dos 50 tons de vermelho. Trata-se de uma ditadura travestida de democracia, que é o pior tipo de ditadura possível.

Uma pesquisa marcada por tantos falseamentos e trapaças não poderia concluir com uma questão mais mal formulada. Qual é o conservador que vai responder "A"? É óbvio que o mero fato de alguém acreditar que há um Deus não tornará essa pessoa melhor. Para garantir uma melhoria do caráter, a pessoa precisa, além de acreditar, estar disposta a seguir determinados preceitos, como não roubar, não matar, não enganar. Alguém que rouba, engana, mata e acredita que há um Deus é melhor do que alguém que NÃO rouba, NÃO engana, NÃO mata e NÃO acredita que há um Deus? Independentemente de ser conservador, liberal ou esquerdista, ninguém com o mínimo de inteligência clicaria em "A", a não ser que essa pessoa não acredite que a resposta "A" seja verdadeira, mas queira dar um by pass no embuste proposto pela questão. A despeito de muito mais da metade da população brasileira ser "de direita" (entre conservadores e liberais), acredito que menos de 1% da população concordaria com o postulado "Acreditar em Deus torna as pessoas melhores". Essa questão foi inserida aqui, espertamente, para garantir que a esquerda não fique COMPLETAMENTE sem referência, uma vez que ela serve para induzir os resultados na direção da esquerda. Até quando toleraremos que a mídia pratique a mentira institucionalizada, sob a luz do dia, as vistas de todos, para atender apenas a demanda de um projeto de poder que nem de longe reflete as aspirações da maioria?



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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Conforme previsto, saiu o texto transformando bandido que tentou roubar a moto em "vítima da sociedade"

Vocês viram o vídeo que compartilhei aqui ontem, com o vagabundo que tentou roubar a moto de um cidadão de bem e levou dois pipocos de um policial. Pois então... como já esperávamos, a esquerda caviar já está se utilizando do acontecido como combustível para alimentar seus geradores de parlapatices. Nossas previsões erraram apenas a fonte do chorume. Imaginávamos que Leonardo Sakamoto fosse aparecer com algum de seus compêndios de mendacidades, publicados pelo grupo Folha em espaços jornalísticos que deveriam conter artigos. Parece que o nipo-beócio perdeu a hora.

Conforme foi especulado, a pérola foi produzida sim, mas por outra pena. O autor é aquele gordinho mentecapto que fez um vídeo (junto com outro deficiente intelectual conhecido no mundo do sub entretenimento oligofrênico pela alcunha de PC Siqueira) definindo esquerda e direita com a propriedade de uma criança de 3 anos de idade, criada por um pai marxista-leninista que espanca o filho sempre que esse pede uma Coca Cola. Por mais infeliz que esse vídeo tenha sido, o sujeito ainda possuía, dentro de si, muita idiotia clamando por ser externada.

Para dar vazão a esse ímpeto, a sub celebridade (que grassou e fez dinheiro pongando na fama que PC Siqueira alcançou graças à empresa americana capitalista exploradora malvadona MTV) cometeu um texto de quatro laudas no qual ele afirma que o marginal que levou os tiros teve uma vida difícil, tendo sido vitimado pela desigualdade social e mimimi mimimi mimimi ("Joãozinho tinha só uma certeza na vida, a de que o mundo era injusto. Aprendeu desde cedo que moleque de pé no chão não pode ter o que os outros meninos tem"). A velha conversinha furada de sempre. A leitura só é aconselhada, se o leitor puder arcar com o prejuízo de tero próprio coeficiente de inteligência diminuído na razão de 10 pontos por parágrafo. Quem quiser tentar, faça-o por conta e risco próprios.

Mesmo atingindo os píncaros da jumentice, graças à fama conquistada através de uma empresa integrante do conglomerado midiático ultra-fundamentalista-de-extrema-zaguilhão-dirita, a ladainha marxista de décima quinta categoria (sim, eles conseguem realizar a façanha de piorar o próprio Marx) repercutiu em meia dúzia de zumbis stalinistas alienados pelo méqui e pelos meios de comunicação (entre o quais, oh!, a própria MTV), fazendo com que o energúmeno alcançasse seu objetivo: o de posar de bom moço, politizado e preocupado com as "questões sociais". Sucesso que com certeza lhe renderá alguma vantagem absconsa oriunda do interior da mesma máquina estatal que paralisa a atividade produtiva e usurpa a riqueza criada pelo povo brasileiro, condenando-o à pobreza e fazendo crescer cada vez mais a parte da população obrigada a sobreviver de bolsas-esmola. 

Em um país com uma extensão de terra tão grande, na qual não há terremotos, tornados nem nenhum outro tipo de desastre natural, o único motivo para a haver tanta pobreza é o fato da população ser sufocada pelos impostos escorchantes cobrados para manter a boa vida dos bandidos (Tanto os de colarinho branco, no caso, a Nomenklatura mensaleira petista; como seus apadrinhados da ralé, que contam a cada dia com mais benesses, a exemplo da bolsa-bandidagem e do salvo conduto para praticar os mais atrozes crimes, sempre recebendo o beneplácito, tanto da justiça aparelhada pelo Partido, como dos formadores de "oepeneão", a exemplo do autor do texto aqui comentado. 

Essas pessoas são os principais responsáveis pela situação surreal que é mandar o bandido que tomou os tiros para ser internado em um hospital público-gratuito-e-de-qualidade e, em seguida, enviar a conta do tratamento e reabilitação dele para o cidadão produtivo pagador de impostos e pacífico que cumpre a lei e não pôde usar o hospital pelo qual paga tão caro, já que quando pleiteou uma das escassas vagas do mais do que precário sistema de saúde mantido pela gestão centralizada estatal, essa estava ocupada por um marginal utilizando-a para se recuperar e poder retornar a atormentar a vida de quem trabalha para continuar pagando a conta do circo. 

Ou seja, graças a semianalfabetos alçados à condição de "intelectuais" pela sociedade do espetáculo, seguiremos assistindo a essa tragicomédia na qual a produção de riqueza é estrangulada por um Estado infestado de apologetas de ideias nefastas, cujas tentativas de implementação geraram um custo de (contando somente as vítimas diretas dos chamados "expurgos") mais de 100 milhões de vidas ceifadas. Tais ideias espalharam morte, destruição, pobreza, calamidade e fome por onde quer que tenham passado, mas, não obstante essas mazelas, continuam seduzindo multidões com a promessa do "almoço grátis" e abrindo caminho para que seus proselitistas alcancem os postos do alto dos quais enviam os rebanhos para o abatedouro.

Para ler esse comentário no blog em que o texto comentado foi publicado, clique aqui.
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domingo, 13 de outubro de 2013

Manual da Resistência, Capítulo 03

Aqueles que, sob contingência,  frequentam ambientes nos quais o pathos é esquerdista e nos quais os outros colaboradores estão informados que a pessoa em questão não coaduna com tal ideologia (por exemplo, um cristão que faz faculdade federal de filosofia) comumente recebem ataques em formato de "indireta". Conforme já foi explicado, sobretudo nesses casos, não se deve deixar que a resposta se configure como reação, nem partir para o combate no terreno do inimigo. Então, nunca comente no post da pessoa. Proceda usando O SEU espaço para emitir um parecer, conforme explicado acima. Em perfis pessoais e em se tratando de uma resposta a alguém com quem você é obrigado a conviver fisicamente (colega de faculdade ou trabalho), opte por um comentário curto, sarcástico que desmoralize completamente a ideia que foi usada como provocação (JAMAIS a pessoa).

Para calibrar seu comentário, pense na seguinte alegoria: Imagine um bandido adentrando uma área protegida por um cão de guarda, digamos um rottweiler, para a imagem ficar mais bonita. Se o cão não for treinado, reagirá mordendo o invasor de forma atabalhoada, o que criará uma chance para que esse possa inclusive anular ação do cachorro.

 Se o cão for adestrado, jamais perderá tempo mordendo o invasor. Ele apenas arrancará fora sua jugular. 

E é exatamente assim que você deve proceder. Vá direto na jugular do seu oponente, na base do argumento. Lembre-se, se você destruir o que está embaixo, o que está em cima cairá por si só. Essa "dica" é adaptada da "Lei 33" do compêndio "As 48 Leis do Poder", do editor da Esquire, Robert Greene.  A lei original diz "Descubra o ponto fraco de cada um", mas como no caso aqui tratado a luta não é contra uma pessoa, mas contra uma ideologia, o ponto fraco a ser identificado é o do comentário ou colocação que deseja fortalecer tal ideologia.

Se o atacante comentar em uma postagem no seu perfil pessoal, primeiro dê um "curtir" (essa indicação funciona de forma ainda melhor se você tiver o hábito de sempre curtir todos os comentários que fazem no seu mural). Com isso, você estará sinalizando mais ou menos o seguinte: "Oi! Gostei de você ter escrito isso. A despeito de seu comentário ser um encadeamento de bobagens e não ter nenhuma lógica, o fato de você ter tido coragem de se expor ao ridículo publicamente está me dando a oportunidade de refutá-lo e, assim, deixar mais claro para quem me conhece aquilo que de fato penso sobre tal assunto". Portanto, quando estiver redigindo a resposta, certifique-se de que ela se encaixa no tom que coaduna com esse pensamento.

Importante: Em perfis pessoais, e sobretudo lidando com pessoas com quem você convive pessoalmente, seja extremamente rígido com regras de etiqueta. JAMAIS use impropérios no seu perfil pessoal. JAMAIS ofenda quem quer que seja. JAMAIS parta para o lado pessoal, ou crie celeumas que terão consequências na sua vida cotidiana. Simplesmente NÃO VALE A PENA. Além disso, lembre-se que hoje em dia, os setores de R.H. das empresas vasculham os perfis pessoais de candidatos a vagas de emprego. Assim, ferir essas regras, além de gerar um custo social, pode gerar, também, um custo, de fato, econômico.

Em embates acontecendo em perfis pessoais, talvez a dica mais importante seja saber diferenciar o comentário de um conhecido despolitizado que está apenas repetindo como um papagaio o que ele vê na mídia todos os dias, de militantes que atacam suas crenças como forma de desmoralizar a ideia em si do conservadorismo ou do liberalismo econômico. A essa altura do campeonato, urge romper a "espiral do silêncio", então você deve sempre que possível compartilhar as postagens das páginas que você segue, além de fazer atualizações de status nas quais você deixa claro que a visão que você tem sobre determinado tópico do debate público é própria e não se submete à patrulha do politicamente correto, mas tente intercalar seus pronunciamentos sobre política com outros sobre outros assuntos, tais quais música, futebol ou algum filme que você assistiu. Os círculos sociais ao seu redor devem reconhecê-lo como alguém cujas opiniões sobre política são diferentes das deles, mas também como alguém capaz de reagir à diversidade de estímulos intelectuais que o mundo oferece. Deixemos a bitolação para os comunistas.
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sábado, 12 de outubro de 2013

Manual da Resistência, Capítulo 02

Após compreender que agir é sempre mais vantajoso do que reagir, é necessário estruturar as regras da ação, sempre perseguindo o objetivo de alcançar o máximo de rendimento com o mínimo de esforço. O principal, como já foi dito, é adotar práticas que já são certificadas pelo sucesso em usos anteriores e não incorrer em práticas que falharam repetidamente. Assim, a segunda regra nos é dada pelo famoso Sun Tzu. É pouco provável que haja algum direitista que o desconheça, mas não custa fazer um aposto: Sun Tzu foi um general, estrategista e filósofo chinês, mais conhecido por sua obra A Arte da Guerra, pequeno compêndio de 13 capítulos sobre estratégias militares. 

A despeito de essas estratégias terem sido originalmente pensadas para embates físicos, a grande maioria delas pode ser aproveitada para os embates intelectuais. Sun Tzu aconselhava a JAMAIS partir para o embate com inimigo no terreno dele, mas sempre atraí-lo para nosso terreno, onde as chances de vitória são muito maiores. Em se tratando dos embates intelectuais, essa regra de Sun Tzu é ainda mais importante, porque o próprio acontecimento do embate gera força para o lado que o recebe. Permitam-me explicar melhor: Muitos seguidores da página colam links de páginas esquerdistas no mural da "Meu Professor de História mentiu pra mim" no Facebook, apontando absurdos nas postagens. Tal comportamento não vale a pena. Ao proceder dessa forma, estamos ajudando essas páginas a se fortalecerem. 

Eu apago qualquer comentário que contenha link para páginas de esquerda, se passou algum, foi porque eu não vi. Lembrem-se que no esquema das redes sociais, quando se curte, comenta ou compartilha uma postagem, todos os contatos naquela rede serão avisados que vocês o fizeram. É aí que mora o problema. O Brasil hoje tem um contingente de esquerdistas militantes e outro contingente de "confusos" ou "neutros". Quando se dá visibilidade ao material da esquerda, mesmo que seja para apontar o absurdo, o resultado pode ser o contrário do desejado. Devemos trabalhar exatamente da maneira oposta. Não devemos jamais dar a mínima atenção para as páginas esquerdistas. Elas devem morrer de inanição. 

Se vocês realmente quiserem muito mostrar algum conteúdo de página esquerdista, salve a imagem no seu computador e faça upload para a sua galeria de fotos. Assim vocês CORTAM O VÍNCULO com a fonte original. Se for uma conversa, tirem um print screen. 

ACIMA DE TUDO JAMAIS ENTREM EM UMA POSTAGEM DE PÁGINA ESQUERDISTA PARA EXPLICAR-LHES ou CONVENCER-LHES. 

Se uma pessoa chegou a se tornar um militante esquerdista a ponto de assinar páginas de esquerda nas redes sociais, é porque sofreu algum tipo de lesão no sistema neurológico, de modo que não adianta explicar, pois essa pessoa não vai entender nada. Dêem preferência sempre por canalizar o apreço pela verdade através do compartilhamento e realização de comentários em páginas de direita. Se eles vieram até você, aí sim você tem sinal verde para a diversão. Mas jamais entre nos debates acreditando que se você usar os argumentos certos eles se libertarão do obscurantismo esquerdista que lhes aprisiona o espírito. No lugar disso, trate-os como o que eles de fato são: crianças mimadas que estão pedindo atenção. Trate-os sempre na base da chacota e do chiste. Sim, vocês podem enumerar e expor os argumentos, mas jamais com intuito de convencer o contendor, mas sim de convencer ao "neutro" que porventura esteja acompanhando o debate.

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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Manual da Resistência, Capítulo 01

No Brasil, a esquerda possui a absoluta hegemonia nas duas principais instâncias formadoras de opinião, (a saber, os meios de comunicação e o ministério da educação) e há um grande contingente de pessoas que militam em prol da esquerda. Por causa disso, às vezes temos a impressão de que eles são maioria, mas a verdade é que tem muita gente que não concorda com a agenda esquerdista de destruição das instituições e valores civilizacionais, bem como não concorda com o inchamento aviltante do Estado promovido pela esquerda, o que se reflete para os cidadãos em impostos cada vez mais e mais elevados. Contudo, ainda assim, tais pessoas por vezes assumem discursos favoráveis à esquerda. Isso acontece porque essas pessoas não são politizadas, ou seja, elas não compreendem os pressupostos que estão por trás das posições políticas e, assim, vivem em crise entre "querer pagar menos imposto" e "querer ser socialmente aceito em uma sociedade onde o politicamente correto e o esquerdismo possuem hegemonia absoluta". 

Se há qualquer esperança de a liberdade virar o jogo político e acabar com a ditadura bolivariana que avança no Brasil, essa esperança reside exatamente na possibilidade de fazer tais pessoas compreenderem as questões da política, o que as traria para nosso lado. Para que tais pessoas sejam convertidas faz-se necessário que cada um dos que atualmente já se percebem como "direitista" tenha um mínimo de desenvoltura no jogo político, para ser capaz de criar textos pelos quais os "neutros" e "confusos" se interessem. O primeiro passo para qualquer um que queira se transformar em um formador de opinião e sucesso é estudar as táticas e métodos do adversário. Um excelente ponto de partida é a leitura do livro Rules for Radicals, de Saul Alinsk. 

Como se trata de um livro que (até onde estou informado) não foi traduzido para o português, a grande maioria pode ter problema até mesmo em conseguir acessá-lo. Isso não é motivo para pranto. Uma pesquisa rápida no Google vai apontar vários links de textos explicando e resumindo as ideias de Alinsk. Então, o ideal é ler o livro, mas pode-se começar a compreender o que está em jogo apenas com a leitura de resumos, como esse ou esse (em inglês). Esse texto que você está lendo agora é o primeiro de uma série que pretende ser um "Manual de Resistência", uma espécie de código de conduta e compêndio de diretrizes para adentrar o jogo político de forma assertiva e eficaz, evitando os erros mais comuns praticados por quem de alguma forma atua no sentido de tentar lançar luz no breu de ignorância que é o Brasil.

Observe atentamente a imagem abaixo, comento depois.


A imagem acima foi postada por um direitista em uma página de direita com o objetivo de denunciar o que ele classificou como "falta de escrúpulos por parte da esquerda". Após ver o desespero do cidadão, me apercebi de o quão a direita brasileira é primária na atuação nos procedimentos do jogo político. Eu pergunto: de que adianta expor para os direitistas a "falta de escrúpulos por parte da esquerda"? Qualquer um que esteja inscrito em um grupo de discussão ou siga uma página de direita está careca de saber que esquerdistas padecem por não possuírem escrúpulos, o mesmo que um peixe padece por não possuir uma bicicleta. 

A indignação diante da visão da imagem acima deve ser canalizada da forma correta, para que possa ser aproveitada de modo efetivo no jogo político, caso contrário será apenas dispersão de forças. Seguindo as diretrizes propostas por Alinsky, a reação ao incêndio no Clube Militar tem que ser na mesma moeda. Aqui esbarramos com um obstáculo: é claro que nenhum conservador ou direitista vai ser capaz de atear fogo no que quer que seja. Isso é coisa de marginais, de bandidos, e — como é fácil comprovar até mesmo historicamente — reduto da bandidagem é a esquerda. Contudo, se compreendermos que o que importa não é a ação em si, mas a repercussão da mesma, estaremos livres para pensar uma série de atitudes que seriam uma resposta à altura para a ação de vandalismo mostrada na imagem.

É preciso compreender que não é necessário destruir nada concreto para se alcançar uma ação efetiva de humilhação. O que está em jogo não são as coisas em si, mas aquilo que elas representam. 

Recentemente o estudante João Victor Gasparino tornou-se nacionalmente conhecido por ter entregado uma carta manifesto no lugar de um trabalho sobre Karl Marx. Marx, no Brasil, é uma espécie de vaca sagrada, sobretudo dentro das universidades, ainda mais no que diz respeito às universidades públicas. Atingi-lo tão diretamente, como fez João, já seria maravilhoso, mas ele fez mais do que isso, ele publicizou seu feito nas redes sociais, ou seja: ele capitalizou politicamente uma atitude simples, que poderia no máximo ter lhe rendido uma nota baixa. A ação de atear fogo ao Clube Militar pode ser punida com prisão, então é fácil comparar o ônus que cada uma das ações representa — ser preso e tirar uma nota baixa — e perceber que João Vitor soube muito espertamente criar uma situação de "ônus mínimo e bônus máximo". 

Atacar o marxismo de forma frontal e assertiva, como fez João Vitor, é uma reação en rapport com "colocar fogo no Clube Militar". Precisamos de Mais Joões Vitores! Mas isso não é tudo, há mais que pode ser feito. Pode-se subir alguns degraus no quesito "ousadia", DESDE QUE NÃO SE INFRINJA NENHUMA DAS LEIS VIGENTES. Por exemplo, um grupo de estudantes da USP pode rachar o preço de uma bela faixa com mais de 15 metros de comprimento que exponha a contradição entre ganhar mais de R$ 15.000,00 por mês e dizer que odeia a classe média e estendê-la em frente ao prédio que abriga o gabinete de Marilena Chauí. É verdade que uma ação como essa pode causar uma tentativa de jubilamento, então é bom contar com um advogado antes de pô-la em prática. Mas, mesmo se a USP tentasse jubilar o (s) aluno (s) que tenha (m) realizado tal manifestação, é possível alegar a opressão da instituição contra uma manifestação pacífica e iniciar a rotina que a esquerda sempre chama em causa: "liberdade de expressão...". Com certeza uma ameaça de jubilamento se transformaria em uma briga judicial a qual conferiria ainda mais espaço midiático ao ameaçado.

As atitudes citadas acima são apenas exemplos. O ponto é sempre estar atento às oportunidades de INICIAR o embate. Até aqui a direita tem ficado muito na defensiva, sempre tentando se defender das acusações de racismo, de odiar os pobres e todas as outras cantilenas que são usualmente repetidas pela esquerda. Já é hora de partir para o ataque. Então a primeira diretriz desse Manual da Resistência pode ser resumida no enunciado: "Pare de resistir. Pare de reagir. Parta para o ataque!".
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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Coreia do Norte agora é de "extrema direita"

A BBC produziu um "documentário" sobre a Coreia do Norte, no qual o apresentador afirma que a ditadura vigente lá é de "extrema-direita, como o Fascismo". Como todos sabemos, esse papo de "extrema-direita" é para enganar otário, mas quando o termo é usado para se referir ao nazismo e ao fascismo, pelo menos indica o fato de que tais regimes prometem tolerar a propriedade privada (ainda que apenas) nominalmente, ao passo que o comunismo, embora tolere a propriedade privada em todas as suas ocorrências reais, guarda a PROMESSA de que um dia esta será totalmente abolida. Isso posto, é óbvio que, a despeito do regime da Coreia do Norte se assemelhar sim ao fascismo, tal fato é insignificante porque, uma vez que o comunismo é totalmente inviável, TODAS as ditaduras comunistas foram na verdade ditaduras fascistas, ou seja, na economia, praticam o chamado "capitalismo de estado". 

A Coreia do Norte (bem como a extinta União Soviética, além das atuais China e Cuba) está entre os experimentos que se auto-denominam comunistas, ou seja, a despeito de todas as peripécias que seus governos possam aprontar, o objetivo final é acabar com a propriedade privada. É claro que esse objetivo não vai ser cumprido nunca, mas ele deve ser mantido na propaganda governamental, assim como a cenoura que nos desenhos animados aparece pendendo de uma vara de pesca na frente do burro que puxa a carroça: como a cenoura está presa a carroça, não importa o quanto o burro se esforce por alcançá-la, ela estará sempre a alguns poucos sentimentos de sua boca. 

Afirmar que o regime da Coreia do Norte é de "extrema-direita, como o Fascismo" não faz o menor sentido. Caso contrário não teríamos visto, durante a recente crise entre a Coreia do Norte e os EUA, o massivo apoio que a esquerda mais radical brasileira (leia-se PSTU e PCO) deu ao gordinho maluco que comanda aquele "país". Mas... por que a esquerda haveria perder a oportunidade de usar a afirmação que aparece no documentário da BBC para empurrar mais esse lixo pro lado de cá? Fazendo uso da falácia conhecida com "magister dixit", um débil mental postou o link do documentário no mural da página com o seguinte comentário "A BBC é Marxista Cultural?? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk". Percebam a evidência do caráter retórico da pergunta. Ele parte para a chacota, porque para esse animais não importam os fatos nem a lógica, só importa que sua ideologia apareça bem na fita. 

Isso deixa claro que, a única coisa de que um comunista tem por certo é que é possível eternamente seguir tentando colocar suas ideias nefastas em prática e, toda vez que não der certo (nunca dará certo, o comunismo é impossível, isso é FATO), basta dizer produzir o milagre da transubstanciação dialética e dizer: "Ah... mas tal regime não foi de esquerda, mas sim de extrema-direita". Usando esse expediente, eles já conseguiram se livrar do nazismo e do fascismo. Mino Carta já anunciou (é possível achar o vídeo no Youtube) que Stalin é de direita. E agora a BBC diz o mesmo da Coreia do Norte. O comunismo só vai sr chamado de comunismo e só vai ser considerado pela esquerda como "de esquerda" quando der certo, ou seja NUNCA.

Seguem os vídeos citados:




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